Rodolpho Parigi | Brasil

É artista, bacharel em Artes Plásticas pela Fundação Álvares Penteado, São Paulo. Atuando entre o desenho, pintura e instalação, a reflexão sobre o excesso corporal perpassa toda a obra do artista em trabalhos auto-referenciais em que utiliza imagens da cultura popular, de anatomia e botânica. Sob o alter-ego Fancy Violence, criado pelo artista em 2013, tem a ação performática como elemento central de sua investigação artística buscando instaurar  um campo de proposição para ativação do corpo, no qual questões de gênero e sexualidade são temas recorrentes. Participou de exposições coletivas como TRANSformação, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo (2014); Medos Modernos, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2014); Works on paper, Rabitthole Space, Nova York, EUA (2011); Spinnerei walkabout, Leipzig, Alemanha (2011); Os primeiros dez anos (Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil, 2011); dentre outras. Suas principais mostras individuais foram no Sketch, Bogotá, Colômbia (2014), na Phosphurus, São Paulo (2014) e na Casa Modernista, São Paulo (2013). Vive e trabalha em São Paulo.

Fancy em Pyetà, segundo ato | 2015, performance

Fancy Violence, insidioso alter ego do artista, é uma anti-heroína incansável em sua missão iconoclasta, destruidora de mitos, farsantes colecionadores e suas obras-primas. Aqui, Fancy apresenta sua própria versão da Pietà: uma performance estática na qual desempenha o papel de Virgem Maria, tomando nos braços um Jesus Cristo negro. Um tableau vivant que exala iconoclastia. A peça escultórica usada na ação permanece em exposição.

artistas selecionados pelo edital de obras